A conta da luz taí. O cartão do banco ainda não chegou. Entrei em casa e a louça não estava lavada. E inda sim gosto de estar assim. Eu comigo. O moço-Castello ali canta. Entoa minha vida nos vocábulos. E dói. Hoje e sempre. Ele diz que preciso amar atenta, mas eu só sei desatenta. Eu tropeço em mim e nos aspectos dos nós que não existem. Tão bem amarrados. Não há por quê amar. E é exatamente por isso que amo. Eu só. Eu, só.
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